2 de julho de 2009

Roubaram a nossa infância!

Chiclete Adams, tatu-bola, guarda-chuva de chocolate, yo-yo da coca-cola, o ninja Jiraya, Furby, Push Pop, Doug, tênis que pisca, skate de dedo, geleca, smurfs, Nintendo - pode ser Gameboy, Supernintendo ou Nintendo64.

Aposto que qualquer um que entrar nesse blog e ler este post vai se lembrar da infância ao ler estes nomes. Juntávamos as moedas para comprar o tal chiclete, revirávamos os playgrounds (que se chamavam parquinhos) atrás do tatu-bola ou bebíamos 14 mil litros de coca-cola (quando a garrafa era de vidro e retornável) para conseguir o yo-yo que brilha no escuro. 

Falando sério, minha infância foi praticamente isso! Éramos inocentes crianças que não precisavam pensar em escola, faculdade, paqueras, times de futebol ou presidente do senado corrupto. Acho que assim sobrava mais tempo pro tatu-bola.

Estava passeando por um shopping aqui em São Paulo quando vi duas crianças, provavelmente irmãos, vestindo um tênis que pisca (aquele com a "luzinha" vermelha) e outro, tênis de rodinha. Fiquei olhando sem parar uns 2 minutos e pensei: 'poxa, na minha época o tênis do senninha só piscava, agora ele vira patins'.

Como as coisas são engraçadas né?! Acho que o próximo passo é o tênis que na verdade não é tênis, mas sim um superseiláoque.

Teve uma época que as crianças também tinham uns peões supermodernos, o Beyblade. Cara, isso era uma febre e eu não entendia a graça naquilo! Na realidade deve ter a mesma graça que comprar um yo-yo da coca, o problema é que a gente cresceu. Sério.

Querido leitor, me responda: qual foi a ultima vez que você sentou no chão de um parquinho para procurar tatu-bola ou foi na quitanda da tiazinha coreana para comprar chiclete, push pop ou skate?! Nem eu lembro!

Os fabricantes destes produtos, antes usados por nós e hoje esquecidos deveriam colocá-los a venda em baladas, estádios de futebol, shows, restaurantes... Enfim, em qualquer lugar que nós frequentamos. Garanto que teria uma boa venda. Imagina a balada rolando solta e você avista um objeto brilhante se movimentando muito rapidamente. Seria um playstation portátil  Um Iphone?! NÃO - É um MEGA YOYO DA COCA-COLA que brilha no escuro!

Vou investir nisso.

24 de junho de 2009

O mundo e suas mil pessoas.


Já teve aquela sensação de que o mundo tem mil pessoas, e que o resto é figurante? Venho pensando nisso ha alguns anos, elaborando esta idéia com uns amigos e cheguei a conclusão de que o mundo realmente só tem mil pessoas, duas mil no máximo. 

A teoria se sustenta quando você sai de férias pra amazônia - acho que exagerei - e encontra o filho da prima da sua vizinha, ou aquele amigo que você estudou quando era criança. Teve uma vez que fiquei até com medo: para quem não sabe, morei durante dez anos da minha vida na capital nacional, Brasília, e lá estudei na EAB (Escola Americana de Brasília). Até aí tudo bem... 

No ano de 2000, me mudei para São Paulo, a capital financeira do nosso país, e estudei em 3 escolas diferentes. Na ultima, fiz uma amiga que mais tarde entrou para a faculdade. Entrei no orkut dela e encontrei uma amigona minha que estudava comigo em Brasília, dez anos antes! INCRÍVEL!

Pois é nisso mesmo que a minha teoria se sustenta. Na verdade, dizer que o mundo tem aproximadamente 6 bilhões de pessoas (segundo minha grande amiga wikipédia) é só pra dar um climinha. Barack Obama, Osama bin Laden, e até mesmo Ronaldo fenômeno são apenas criações pra tornar nossas vidas menos chatas, ou vai dizer que vocês, queridos leitores, os conhecem?!

Fato é que a Xuxa, Obama, William Bonner, Ronaldinho Gaúcho, a Rainha da Inglaterra ou Jackie Chan existem tanto quanto Roque Santeiro, Raj ou o Eduardo Mãos de Tesoura.
Ultimamente inventaram até um tecnico de futebol falando inglês na Africa... Minha mente é muito fértil mesmo. Pelo menos eu dou risada....


E se um dia você encontrar o Barack Obama, tira uma foto e me mostra! Quem sabe ele não é um dos 1000!